Centaurus fecha a venda da produção dos cinco primeiros anos do projeto de níquel Jaguar com Glencore e CNGR
A Centaurus Metals assinou dois novos contratos de venda de concentrado de níquel do Projeto Jaguar, em São Félix do Xingu (PA). Os compradores são a Glencore e a chinesa CNGR Advanced Material. Cada contrato prevê no mínimo 100 mil toneladas métricas secas de concentrado ao longo de cinco anos. A receita líquida estimada dos dois acordos é de cerca de US$ 900 milhões no período. Somados a um contrato anterior com a Glencore, eles cobrem toda a produção planejada para os cinco primeiros anos de operação, o equivalente a cerca de 22,5 mil toneladas de níquel contido por ano.
A decisão final de investimento (FID) ainda não foi tomada. Para chegar a ela, a Centaurus segue buscando a dívida sênior que completa o pacote de financiamento. A implantação da mina continua condicionada a essa definição.
Estágio do projeto: em julho, a Centaurus informou que o Jaguar estava pronto para construção, com todas as principais licenças concedidas, e que mirava a FID para o fim de setembro de 2026. O CAPEX estimado é de US$ 380 milhões, com início de produção previsto para 2029. Na época, a empresa tinha propostas não vinculantes de dívida que somavam até US$ 320 milhões, incluindo uma carta de intenção de US$ 190 milhões do BNDES. Também já havia mobilizado empreiteiras para obras preliminares de terraplenagem no canteiro. A FID não saiu no prazo previsto. Com os contratos desta semana, toda a produção inicial já tem comprador, condição que os bancos costumam exigir para aprovar o financiamento de projetos desse porte.
Empreendedor: Centaurus Metals | Projeto: Projeto Jaguar (Níquel) | Localização: São Félix do Xingu - PA | Mercado: Mineração | Tema: Contratação | Fonte: Revista Mineração & Sustentabilidade | Data de Publicação: 28/10/2026 | Link: https://revistamineracao.com.br/2026/10/28/glencore-e-cngr-compram-cinco-anos-da-producao-de-niquel-do-projeto-jaguar/
CSN negocia venda da CSN Cimentos à chinesa Huaxin por R$ 12,7 bilhões
A CSN firmou um acordo de exclusividade de dez dias com a chinesa Huaxin Building Materials Group para assinar os documentos definitivos da venda das ações da CSN Cimentos. A operação avalia a empresa em R$ 12,7 bilhões (enterprise value). O anúncio foi feito por fato relevante na sexta-feira (30). Segundo a CSN, a oferta da Huaxin foi a mais vantajosa do processo competitivo aberto em março de 2026. A companhia buscava entre R$ 13 bilhões e R$ 14 bilhões pelo ativo.
A venda é o principal passo do plano de desinvestimentos da CSN para reduzir a alavancagem. A dívida líquida da companhia era de R$ 42,1 bilhões ao fim do segundo trimestre, com alavancagem de 3,49 vezes. Em 9 de outubro, a CSN já havia assinado acordo vinculante para vender a siderúrgica alemã Stahlwerk Thüringen (SWT) por € 550 milhões.
Empreendedor: CSN e Huaxin Building Materials Group | Projeto: Venda da CSN Cimentos | Mercado: Cimentícia | Tema: M&A | Fonte: NeoFeed | Data de Publicação: 30/10/2026 | Link: https://neofeed.com.br/negocios/csn-fecha-acordo-de-exclusividade-de-r-127-bilhoes-com-a-huaxin-para-a-venda-da-csn-cimentos/
Leilão de transmissão da Aneel contrata R$ 8,9 bilhões em oito lotes, com 20,3 mil empregos previstos
A Aneel realizou na sexta-feira (30), na B3, o último leilão de transmissão de 2026. Os oito lotes foram arrematados, com investimentos previstos de R$ 8,9 bilhões e cerca de 20,3 mil empregos diretos e indiretos. Os projetos somam 1.866 km de novas linhas em Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rondônia e São Paulo. Os prazos de obra vão de 42 a 60 meses após a assinatura dos contratos, e as concessões duram 30 anos.
O maior lote, o 4, ficou com a Celeo Redes Brasil, com deságio de 50,55%. São R$ 4,1 bilhões em 1.167 km de linhas entre Paraná, Mato Grosso do Sul e Goiás, com previsão de 8.225 empregos. A Celeo também levou o lote 8, em Rondônia, de R$ 753,2 milhões. A Cymi venceu os lotes 3, em São Paulo, e 5, no Paraná, que somam cerca de R$ 2,1 bilhões. No lote 3, o deságio chegou a 57,08%. A Neoenergia arrematou os lotes 1, na Bahia, e 7, na Paraíba, com R$ 1,16 bilhão no total. O lote 1 teve 150 lances em viva-voz. A EDP ficou com o lote 2, entre Goiás e Bahia, e a Cox Brasil, com o lote 6, no Paraná.
Empreendedor: Aneel | Projeto: Leilão de Transmissão (8 lotes) | Localização: Nacional | Mercado: Energia | Tema: Contratação | Fonte: Exame | Data de Publicação: 30/10/2026 | Link: https://exame.com/brasil/infraestrutura/celeo-neoenergia-e-cymi-sao-as-grandes-vencedoras-de-leilao-de-r-89-bi-da-aneel/
Trafigura e Mubadala desistem de vender o Porto Sudeste, e Gerdau deixa consórcio com Vale
O Trafigura Group e o Mubadala Capital cancelaram os planos de venda do Porto Sudeste, terminal de exportação de minério de ferro no Rio de Janeiro. Segundo fontes ouvidas pela Bloomberg, as ofertas ficaram cerca de 30% abaixo do que os vendedores esperavam, em meio à incerteza sobre os preços do minério. Os controladores avaliavam o ativo em US$ 5 bilhões e pretendem mantê-lo até conseguir um preço melhor.
Entre os interessados estava a Global Infrastructure Partners (GIP), da BlackRock, que avaliava uma oferta com a Vale e a Gerdau. O fundo Stonepeak, em parceria com a australiana M Resources, e a I Squared Capital também participaram da disputa. Na segunda-feira (26), o CEO da Gerdau afirmou que a empresa não fazia mais parte do consórcio com a GIP e a Vale. O porto tem capacidade de cerca de 50 milhões de toneladas e embarcou o recorde de 27,8 milhões de toneladas em 2025, ante 21,9 milhões em 2024. O terminal é ligado por ferrovia a Minas Gerais. Pequenos produtores que exportam por ele enfrentam frete mais caro e minério mais barato, o que já levou a cortes de produção.
Empreendedor: Trafigura e Mubadala Capital | Projeto: Venda do Porto Sudeste (terminal de minério de ferro) | Localização: Rio de Janeiro | Mercado: Infraestrutura e Logística | Tema: M&A | Fonte: InvestNews | Data de Publicação: 27/10/2026 | Link: https://investnews.com.br/negocios/trafigura-mubadala-desistem-venda-porto-sudeste/amp/
Ibama abre prazo para audiência pública sobre perfuração de até 15 poços no campo de Orca, da Shell, no pré-sal
O Ibama publicou em 27 de outubro, no Diário Oficial da União, edital que abre prazo de 45 dias para pedidos de audiência pública sobre a campanha de perfuração da Shell no campo de Orca, no pré-sal da Bacia de Santos. A empresa prevê perfurar até 15 poços, que serão ligados ao FPSO Gato do Mato, em construção. A abertura do prazo é uma etapa do licenciamento ambiental e não autoriza o início da perfuração.
O campo fica a cerca de 200 km do Rio de Janeiro. O FPSO, construído pela Modec, terá capacidade para processar 120 mil barris de petróleo por dia e armazenar cerca de 850 mil barris. A Modec também tem contrato de operação e manutenção por 20 anos. A Shell contratou o navio-sonda Valaris DS-8 por cerca de US$ 300 milhões, com início dos trabalhos previsto para o primeiro trimestre de 2027. A decisão final de investimento foi tomada em março de 2025, e o primeiro óleo está previsto para 2029. Os recursos recuperáveis são estimados em cerca de 370 milhões de barris. A Shell é a operadora, com 50%, ao lado da Ecopetrol (30%) e da KUFPEC (20%), cuja entrada ainda depende de aprovações.
Empreendedor: Shell Brasil | Projeto: Desenvolvimento do campo de Orca (FPSO Gato do Mato) | Localização: Bacia de Santos (pré-sal) | Mercado: Óleo e Gás | Tema: Licenciamento | Fonte: Click Petróleo e Gás | Data de Publicação: 31/10/2026 | Link: https://clickpetroleoegas.com.br/shell-planeja-perfurar-ate-15-pocos-no-pre-sal-brasileiro-para-conectar-a-plataforma-capaz-de-produzir-120-mil-barris-de-petroleo-por-dia-asaf04/
Gerdau adia para o 4º trimestre a partida da expansão de R$ 3,2 bilhões da mina de Miguel Burnier (MG)
A Gerdau adiou para o quarto trimestre de 2026 o início de operação da expansão da mina de Miguel Burnier, em Ouro Preto (MG). A informação consta do balanço do terceiro trimestre, divulgado na segunda-feira (26). Em agosto, a empresa previa produção comercial ainda no terceiro trimestre, depois de um atraso de cerca de seis meses em relação ao cronograma original. O projeto está na fase final de testes integrados.
O investimento é de R$ 3,2 bilhões. A expansão vai acrescentar 5,5 milhões de toneladas por ano de pellet feed, minério de ferro de alto teor usado na siderurgia. Cerca de 3,5 milhões de toneladas devem abastecer a usina de Ouro Branco (MG), e de 2 a 2,5 milhões de toneladas irão para o mercado. A empresa ainda não definiu se esse excedente será vendido no país ou exportado. A mina deve reduzir a compra de minério de terceiros e, com teor mais alto, diminuir o consumo de coque e carvão nos altos-fornos. No mesmo trimestre, entrou em operação o centro de reciclagem de Pindamonhangaba (SP), que amplia a oferta de matéria-prima metálica. O CAPEX da Gerdau somou R$ 955 milhões no trimestre e R$ 3,1 bilhões em nove meses.
Empreendedor: Gerdau | Projeto: Expansão da mina de Miguel Burnier (Minério de Ferro) | Localização: Ouro Preto - MG | Mercado: Mineração | Tema: CAPEX | Fonte: Diário do Comércio | Data de Publicação: 27/10/2026 | Link: https://diariodocomercio.com.br/negocios/gerdau-adia-operacao-mina-miguel-burnier-4t26/
GoldMining inicia estudo de pré-viabilidade do projeto de ouro São Jorge (PA), com conclusão prevista para 2028
A GoldMining iniciou o estudo de pré-viabilidade (PFS) do projeto de ouro São Jorge, no Pará, do qual é dona integral. Junto com o estudo, começou uma campanha de 6 mil metros de sondagem diamantada, com três sondas em operação. O objetivo é aumentar a confiança nos recursos hoje classificados como inferidos, sobretudo nas bordas do corpo mineralizado principal. Os resultados vão embasar uma nova estimativa de recursos minerais. A conclusão do PFS está prevista para o primeiro semestre de 2028.
O estudo parte do caso-base da avaliação econômica preliminar (PEA) e vai refinar as estimativas de custos de capital e de operação. Também vai otimizar o plano de lavra e o fluxograma de processamento, com novos dados geotécnicos e metalúrgicos. O projeto prevê mina a céu aberto. A empresa planeja ainda sondagens geotécnicas e hidrogeológicas ao redor da cava, e os testemunhos da campanha serão usados em ensaios mineralógicos e metalúrgicos.
Empreendedor: GoldMining | Projeto: Projeto São Jorge (Ouro) | Localização: Pará | Mercado: Mineração | Tema: Estudo de Viabilidade (DFS/PFS) | Fonte: Brasil Mineral | Data de Publicação: 28/10/2026 | Link: https://brasilmineral.com.br/noticias/goldmining-inicia-pre-viabilidade-e-sondagem-de-6-mil-metros-no-projeto-sao-jorge
Pilar Gold retoma complexo de ouro em Goiás após mais de 900 dias parado e mira até 80 mil onças por ano
A Pilar Gold anunciou a retomada das operações do complexo aurífero PGDM, em Goiás, depois de mais de 900 dias de paralisação. O complexo reúne três minas subterrâneas já desenvolvidas, Pilar, Maria Lázara e Caiamar, e o projeto de lavra a céu aberto Três Buracos. A planta de beneficiamento tem capacidade para processar até 4,5 mil toneladas de minério por dia.
A meta inicial é produzir cerca de 40 mil onças de ouro por ano, com possibilidade de chegar a aproximadamente 80 mil onças no longo prazo. A retomada inclui a modernização da frota de mineração subterrânea, com equipamentos de perfuração, desenvolvimento de galerias, carregamento e transporte. Também prevê a recuperação da infraestrutura operacional. Segundo a empresa, a infraestrutura instalada vale mais de US$ 500 milhões em valor de reposição, e os recursos minerais estimados somam 4,07 milhões de onças.
Empreendedor: Pilar Gold | Projeto: Complexo PGDM (Ouro) | Localização: Goiás | Mercado: Mineração | Tema: Retomada de Operação | Fonte: Revista Mineração & Sustentabilidade | Data de Publicação: 26/10/2026 | Link: https://revistamineracao.com.br/2026/10/26/pilar-gold-retoma-operacoes-em-goias-e-mira-aumento-da-producao/
Consórcio Águas do Paraná vence leilão de R$ 2 bilhões para ampliar o abastecimento de água no norte do Paraná
O consórcio Águas do Paraná venceu na quarta-feira (28), na B3, o leilão de locação de ativos para implantar o Sistema de Abastecimento Integrado do Norte do Paraná (Sainp). O investimento previsto é de cerca de R$ 2 bilhões ao longo de 20 anos. As obras vão ampliar a infraestrutura de abastecimento e reforçar a segurança hídrica de Arapongas, Apucarana e Rolândia. O consórcio é formado pelo fundo Blueocean, pela TGA Construção e Segurança Viária e pela PB Construções.
No modelo de locação de ativos, o consórcio constrói a infraestrutura e a Sanepar segue responsável pela operação dos serviços. A proposta vencedora prevê pagamento mensal de R$ 9,03 milhões, deságio de 3% sobre a referência de R$ 9,3 milhões. Não houve concorrência. Segundo o presidente da Sanepar, o modelo atrai capital privado sem que a companhia abra mão da operação. A Sanepar já usa formato semelhante para ampliar o esgotamento sanitário em Matinhos e Pontal do Paraná.
Empreendedor: Sanepar e Consórcio Águas do Paraná | Projeto: Sistema de Abastecimento Integrado do Norte do Paraná (Sainp) | Localização: Arapongas, Apucarana e Rolândia - PR | Mercado: Infraestrutura e Logística | Tema: Contratação | Fonte: Agência iNFRA | Data de Publicação: 28/10/2026 | Link: https://agenciainfra.com/blog/consorcio-aguas-do-parana-leva-leilao-para-ampliar-infraestrutura-da-sanepar/
No Imersão Indústria da FIEMG, Samarco, Usiminas e AngloGold Ashanti apontam licenciamento e energia como entraves do Custo Brasil
Os entraves à competitividade da indústria foram tema do painel "Custo Brasil: o que ainda trava a competitividade da indústria brasileira?", no Imersão Indústria. O evento é realizado pelo Sistema FIEMG, com correalização da CNI. O painel reuniu executivos da Samarco, da Usiminas, da AngloGold Ashanti, da CNI e do Grupo Avante. Segundo Reuber Koury, diretor técnico e de projetos da Samarco, grandes projetos de mineração exigem planejamento de longo prazo e regras previsíveis. Ele citou uma ampliação de produção da empresa em Minas Gerais e no Espírito Santo com duração prevista de sete anos. Para o executivo, o problema não é o rigor das avaliações ambientais, e sim a complexidade do licenciamento, com milhares de páginas a analisar e órgãos licenciadores sobrecarregados.
A energia apareceu como um dos principais custos. Para o representante da CNI, os encargos embutidos nas tarifas encarecem a eletricidade para a indústria, e o acesso ao gás natural em condições competitivas ainda é difícil. A Usiminas, que investiu cerca de R$ 3 bilhões na reforma de um alto-forno nos últimos cinco anos, destacou o peso da energia e do gás na siderurgia. A empresa também se disse preocupada com um possível aumento da carga tributária sobre a cadeia do aço. A AngloGold Ashanti criticou a tributação sobre o ouro e lembrou que apenas cerca de 30% do potencial geológico do país é conhecido. A mineradora relatou ainda ganho de produtividade de cerca de 30% depois de adotar escalas 4x4 e 4x3, há dois anos. Os participantes defenderam avanços integrados em infraestrutura, energia, tributação, regulação e qualificação profissional.
Empreendedor: Sistema FIEMG | Projeto: Imersão Indústria (painel Custo Brasil) | Mercado: Mineração | Tema: Tendência de Mercado | Fonte: FIEMG | Data de Publicação: 30/10/2026 | Link: https://www.fiemg.com.br/noticias/custo-brasil-desafia-competitividade-da-industria/
Agrion investirá R$ 46 milhões em fábrica de fertilizantes organominerais na Usina Cerradão, em Frutal (MG)
A Agrion vai construir sua terceira fábrica de fertilizantes organominerais na Usina Cerradão, em Frutal (MG). A pedra fundamental estava marcada para 28 de outubro. A primeira fase tem CAPEX de R$ 46 milhões, ou até R$ 80 milhões com capital de giro, e capacidade de 70 mil toneladas por ano. Uma segunda fase pode levar a produção a 205 mil toneladas anuais. A operação deve começar em junho de 2027, com cerca de 50 empregos na primeira fase e 90 na segunda.
A principal matéria-prima é a torta de filtro da produção de cana, e o único insumo comprado é o NPK. Numa fase futura, a fábrica também vai usar resíduos do confinamento de gado da usina. No modelo da Agrion, a empresa constrói a fábrica e é dona dela, no terreno da usina. A usina não investe e se compromete a comprar o fertilizante por dez anos. Cada fábrica é uma SPE que emite debêntures, CRAs e operações de Fiagro, com os contratos de longo prazo como garantia. A Agrion opera uma unidade na Bioenergética Aroeira, em Tupaciguara (MG), desde 2023, e a fábrica de Ibirarema (SP) deve começar a operar em fevereiro de 2027. O Green Climate Fund detém 23% da empresa.
Empreendedor: Agrion e Usina Cerradão | Projeto: Fábrica de fertilizantes organominerais | Localização: Frutal - MG | Mercado: Agro e Fertilizantes | Tema: CAPEX | Fonte: AgFeed | Data de Publicação: 27/10/2026 | Link: https://agfeed.com.br/negocios/agrion-lanca-fabrica-em-parceria-com-a-cerradao-e-acelera-modelo-de-producao-fertilizantes-em-usinas/
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